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Kelly Ferreira, advogada, num campo de lavoura

Um não do INSS nem sempre é a palavra final.

Benefício negado ou cortado pelo INSS

A Kelly lê a decisão com você, na carta ou no Meu INSS, e mostra em palavras simples o que ainda pode ser feito e em que prazo.

Se alguma destas frases é sua, esta página foi feita para você

  • A perícia é semana que vem e eu nem sei o que precisa levar.
  • Meu pedido foi negado e a carta não explica nada direito.
  • Do nada, o benefício parou de cair na conta.
  • Levei o laudo do meu médico, e o perito do INSS disse que eu posso trabalhar.
  • Minha mãe não tem condição de trabalhar e eu não sei se ela tem direito a alguma coisa.

Instituto Nacional do Seguro Social

Comunicação de decisão

Requerente:

Benefício: auxílio por incapacidade temporária

Situação do pedido: indeferido

Motivo: não constatação de incapacidade laborativa.

Traduzindo: indeferido quer dizer negado. O motivo diz que o perito entendeu que você consegue trabalhar. É por aí que a análise começa.

Modelo ilustrativo da carta de decisão que o INSS envia.

Cada uma dessas situações tem um caminho diferente, e quase todos têm prazo. O primeiro passo é entender o que o INSS decidiu no seu caso e por quê. Quanto antes isso acontece, mais caminhos continuam abertos.

No que a Kelly pode ajudar

Ao lado de cada situação, grifamos o nome que aparece no INSS, para você reconhecer o seu caso.

O que aconteceu

  • Benefício negado

    O INSS chama de indeferimento.

    Você pediu e o INSS disse não. A Kelly lê o motivo e explica se o caminho é pedir de novo, recorrer no próprio INSS ou levar o caso à Justiça.

  • Benefício cortado

    O INSS chama de cessação.

    O benefício parou de ser pago, muitas vezes depois de uma nova perícia. Tem gente que só descobre quando o dinheiro não cai. A Kelly confere por que houve o corte e se é possível pedir a volta do pagamento, no INSS ou na Justiça.

  • Perícia marcada

    A perícia é a consulta com o médico do INSS.

    É nela que muitos pedidos são decididos. A Kelly orienta quais documentos levar, como organizar laudos e exames e o que costuma ser perguntado, para você chegar sabendo o que esperar.

Qual benefício

  • Afastamento por doença

    Hoje se chama auxílio por incapacidade temporária. Antes era o auxílio-doença.

    Para quem contribui ou já contribuiu com o INSS e precisa parar de trabalhar por um tempo, por doença ou acidente. A Kelly confere se as suas contribuições cumprem as regras e o que os laudos precisam mostrar.

  • Aposentadoria por incapacidade

    Hoje se chama aposentadoria por incapacidade permanente. Antes era por invalidez.

    Para quem não consegue mais voltar a trabalhar, nem em outra função, por causa da doença ou da deficiência. A Kelly explica o que o INSS avalia e o que fazer quando o perito entende diferente do seu médico.

  • BPC/LOAS

    No INSS aparece como benefício assistencial.

    Um salário mínimo por mês para a pessoa com deficiência ou idosa a partir de 65 anos, com renda familiar baixa. Não é preciso ter contribuído com o INSS. A Kelly confere como o INSS calculou a renda da família, que é onde muitos pedidos são negados.

Recorrer no INSS tem prazo

30 dias

É o prazo para recorrer da decisão no próprio INSS, contado do dia em que você toma conhecimento dela, pela carta ou pelo Meu INSS. Depois disso, o recurso no INSS deixa de ser possível. Ainda pode haver outros caminhos, como um novo pedido ou uma ação na Justiça, mas as opções diminuem.

Se a decisão chegou há pouco, não deixe a carta na gaveta. Peça o contato enquanto o prazo está correndo.

Do primeiro contato à orientação, em três passos

  1. Você deixa seu contato

    Nome, WhatsApp e cidade, no formulário do fim da página. Leva menos de um minuto, e pode ser o seu contato ou o de alguém da família.

  2. A Kelly chama você no WhatsApp

    Ela faz algumas perguntas e pede os documentos que importam: a carta ou a tela do Meu INSS, laudos, exames e o CNIS, que é o extrato das suas contribuições. Se você não souber como conseguir algum deles, ela explica.

  3. Você sai sabendo o que fazer

    Ela explica o que o INSS decidiu e por quê, quais caminhos existem, o prazo de cada um e como seria o acompanhamento, inclusive como funcionam os honorários. Aí você decide com calma se quer seguir.

Kelly Ferreira, advogada, sentada em seu escritório, de camisa branca

Quem vai acompanhar o seu caso

Kelly Ferreira é advogada, com atuação exclusiva em Direito Previdenciário, a área que cuida dos benefícios do INSS. Ela atende pessoas adoecidas, pessoas com deficiência e suas famílias.

Como trabalha só com benefícios do INSS, acompanha de perto as regras de perícia, de contribuição e de renda que costumam decidir esses casos. E explica cada etapa em palavras simples, para você entender o que está acontecendo sem precisar decifrar termo jurídico.

Do primeiro contato ao fim do caso, quem conversa com você é a própria Kelly.

Kelly Ferreira Advogada · OAB/PE nº [PREENCHER] Atuação exclusiva em Direito Previdenciário

Dúvidas frequentes

Meu benefício foi negado ou cortado. Ainda dá para fazer alguma coisa?

Depende do motivo, que aparece na carta do INSS ou no app Meu INSS. Em muitos casos existe mais de um caminho: fazer um novo pedido, recorrer no próprio INSS ou entrar com uma ação na Justiça. Para recorrer no INSS, o prazo é de 30 dias a partir do dia em que você tomou conhecimento da decisão. Por isso, vale não deixar para depois.

Se o benefício for reconhecido depois, recebo os meses que ficaram para trás?

Em regra, quando o direito é reconhecido, no próprio INSS ou na Justiça, os valores podem ser pagos desde a data do pedido ou do corte, com correção. Isso depende do caso, por exemplo de quando a doença passou a impedir o trabalho. Na conversa, a Kelly explica o que vale para a sua situação.

Quanto custa?

O valor depende do tipo de caso e do que precisa ser feito, por isso não existe uma tabela única. Depois de entender a sua situação, a Kelly explica como funcionam os honorários, que é o pagamento pelo trabalho da advogada, e tudo fica combinado por escrito antes de começar.

Pedir contato me obriga a contratar?

Não. A primeira conversa serve para a Kelly entender o seu caso e explicar os caminhos. Se você decidir seguir, tudo é combinado por escrito antes de começar. Se não quiser, é só dizer.

O que é a perícia e o que eu levo?

A perícia é a avaliação feita por um médico do INSS para ver se a doença ou a deficiência impede você de trabalhar. Leve documento com foto, laudos e atestados recentes com o CID (o código da doença que o médico escreve no laudo), exames, receitas e a lista dos remédios que você toma. Laudos que descrevem as suas limitações no dia a dia dizem mais do que os que trazem só o nome da doença.

Sou da família. Posso pedir o contato no lugar da pessoa?

Pode, sim. Deixe o seu nome e WhatsApp e conte na conversa o que está acontecendo. Mais adiante, a própria pessoa, ou quem responde legalmente por ela, vai precisar assinar alguns documentos.

Você não precisa chegar com tudo organizado.

Deixe só seu nome e WhatsApp.

O resto a Kelly pergunta na conversa: o que aconteceu, quais documentos você tem e o que ainda falta. Se a decisão do INSS é recente, lembre que o prazo para recorrer é de 30 dias.

Fale com a Kelly

Ela chama você no WhatsApp para entender o caso e explicar os caminhos.

Pedir contato não obriga você a contratar nada. Seus dados servem só para a Kelly falar com você (política de privacidade).

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